sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Crocodilo x Tubarão

     Não pude deixar de achar esta notícia super interessante. Pois não é sempre que você fica sabendo que um crocodilo atacou um tubarão.
    Turistas do parque Nacional Kakadu, na Austrália, flagram um crocodilo de água salgada de 5m devorando uma tubarão-touro, mesmo que partido em dois, estima-se que tinha cerca de 3m.
   O guia do parque disse que o réptil devia ter atacado durante a noite, então levou o tubarão para um banco de areia para devora-lo. Dois barcos com 45 turistas estavam atracando durante o passeio, quando as pessoas observaram o banquete.
   Segundo registros, esta situação não é tão rara como se pensa. Em 24 de março, turistas presenciaram outra ação no rio Adelaide. E em 29 de janeiro, foram os pescadores que viram o combate de um crocodilo na tentativa de evitar que um tubarão invadisse seu território em uma praia australiana.
    Imagino como deve ser impagável a cena de uma clara demostração selvagem da vida animal, em que dois animais gigantes lutam pela sobrevivência. Pela foto, notamos a magnitude deste crocodilo. Particularmente, me impressiono muito com animais grandes, e um de 5 metros é algo que eu não consigo mensurar. Geralmente a minha melhor comparação em relação a altura, é com uma porta, que tem um pouco mais de 2 metros, e imaginar um réptil de 5 metros com uma boca gigantesca e dentes incrivelmente assustadores, é algo que realmente eu não consigo visualizar.
       Acho que o motivo de me impressionar, em especial com répteis,  é por terem semelhanças muito presentes com animais jurássicos. E poder presenciar uma cena como essa é realmente espetacular,  é como se por alguns instantes nos transportássemos para o passado, e pudessemos ver com os próprios olhos algo que somente imaginamos. 

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Povo Brasileiro

    O que mais ouvimos a respeito do Brasil, é sobre a vida mansa, as festas e a corrupção. Como se tudo fosse uma grande orgia, cada um por sí e Deus por todos.
    Por incrível que pareça, quem mais diz este mantra somos nós, os filhos desta enorme pátria. E repetimos como se não houvesse mais jeito ou esperança de nos recompormos.
    Antes de fazermos qualquer julgamento, sobre o assunto que seja, devemos reavaliar todas as situações que nos levaram até ela.
    Como sabemos, a construção deste país não foi nada fácil e nem democrática. Não ganhamos um país de “bandeja”, fomos construindo com muitas revoltas e rebeliões para alcançarmos a liberdade.
    A história do Brasil, pode-se dizer que durante muito tempo, foi somente exploração. Mesmo quando deixamos de ser uma colônia, passamos a ser explorados uns pelos outros, para que sempre um saia melhor do que o outro. O que não é muito diferente de hoje em dia, em que a “malandragem” brasileira fala mais alto, e acabamos passando por cima de tudo e todos pelo nosso próprio bem.
    A indignação da população é a mesma, mas parece ser mais amena. Sinto que estamos anestesiados com esta situação, e muitas vezes incapazes de fazermos algo para mudar, pois ela acaba se tornando cíclica.
   Outra situação que é falada, é a alegria brasileira. Que mesmo com toda a pobreza, exploração e exaustão do povo, somos capazes de sermos felizes, fazendo festa e dividindo o pouco que temos.
   Esta também é uma herança de um Brasil mestiço, com uma miscelânea de raças, cada uma com sua carga cultural, acabando por se misturar e criar uma festividade incomum em outros lugar.
   A força de viver é resultado de estarmos constantemente lutando por algo melhor, por um espaço maior na sociedade, ou que seja por algum reconhecimento. E é este um critério que gostaria que fossemos lembrados, pois mesmo que tenhamos os poucos que se corrompem, somos uma grande maioria de lutadores a procura de um lugar que possamos ser felizes e ter o descanso merecido.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vestibular.

   Bom, como estes são os meus primeiros posts, ainda não contei que este ano estou em uma dura e ardilosa batalha para passar no vestibular. Sou uma vestibulanda.


   Terminei o ensino médio ano passado, e PENSANDO estar muito bem, sabendo o suficiente para passar em um vestibular conceituado como o da UFRGS. Mas desde quando prestei o vestibular no verão, com o decorrer dos dias, percebo que “o buraco é mais embaixo”.

   Eu achava tudo isso muito ridículo, todo esse estresse, aflição e desespero. Pois se trata apenas de uma prova, que você vem se preparando desde o dia que inicia a sua vida letiva. E na teoria é realmente bem fácil, o que complica é vestir a pele de vestibulando, sentindo se aproximar o grande dia, e com ele a pressão.


   Se o vestibular viesse sozinho na nossa vida realmente seria mais fácil, só que pelo contrário. Estamos passando por muitas coisas mutuamente. Problemas na vida profissional, familiar, e aquela vontade louca de jogar tudo para cima e apenas dormir, e na hora que a gente acordasse, ai sim, tudo seria diferente, estudar seria mais fácil e tudo fluiria muito melhor! O ruim é que se dormirmos, o que iremos encontrar ao acordar seria uma somatória de coisas não resolvidas.


   Uma vez eu vi o filme “Peixe Grande”, e dele eu tirei uma enorme lição, e que se enquadra perfeitamente no contexto. Não me lembro muito bem, mas a mensagem que ficou foi mais ou menos assim: Ele achava ser um peixe grande, mas logo descobriu que o problema era o rio ser pequeno demais para seu tamanho, e quando foi para um rio maior, percebeu que não passava de um peixe comum.


   Não sei se soube ser clara o suficiente, mas a situação é que, eu sempre pensei ser um destaque, saber o suficiente de tudo, tudo o que eu precisava. Mas isso no meu mundinho, e quando fui colocada nas garras do aterrorizante vestibular descobri que eu não passo de um pequeno peixe, ou mais um peixe entre milhares.

   Penso que passar pelo vestibular, assim como todas as etapas da vida, tem um grande valor. Poder refletir sobre coisas que me passaram batidas nos estudos, vem sendo para mim uma nova sensação de satisfação e realização que ganho com o aprendizado. E também reflexões pessoais, que me melhoram como pessoa.


   É isso ai! Depois deste texto nostálgico, eu deixo aqui a minha conclusão de sempre, não adianta, a única coisa que ira fazer eu crescer, fortalecer e conseguir buscar os meus objetivos, serão eternamente os estudos! O pior é que eu sempre ouvi isso, e não dava bola, mas é isso mesmo, a única coisa que nos enoutece são os estudos.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Nome de esmalte!?

    Uma das coisas que me fez criar um blog foi um grande enigma. Que para mim, sinceramente não tem explicação. Mas se alguém souber o motivo, ou pelo menos ter uma teoria melhor que a minha sobre a linda criação dos nomes de esmalte postem ai.
    É seria esta minha preocupação, porque não consigo imaginar nada mais criativo que uma pessoa de QI reduzido em uma sala fechada recebendo cores diferentes e falando a primeira besteira que vem a cabeça. Pois não pode ser possível! O nome não tem a ver com a cor e muito menos com a realidade.
    Essa minha indignação, acho, que é muito particular, mas foda-se o blog é meu!
    Eu não sou uma menina que pinta muito as unhas, mas quando pinto, sempre ouço a mesma pergunta. -Ai que lindo guriiia, que cor é essa. E na hora o ódio me sobe na cabeça (Porque eu sinto muito ódio repentino e passageiro), e sem saber o que responder eu digo. - Não sei. Maaas sempre tem uma outra que olha e diz. - Huuum acho que é SEDUÇÃO.
Que DEEEMÔNIO de cor é sedução? E não para por ai, só que não vou continuar por que eu não sei mais nomes. ;)
    Mas é isso ai, a pergunta que fica é, qual o critério de definição para o nome dos esmaltes!?